A gente aprende ninguém ensina…

 

O cuidado emocional parece que não …às vezes, …parece que sim…às vezes também.

Aqui, até agora, as referências técnicas foram as mais usadas. Por outro lado, o tornar-me blogueira pra dizer sobre o trabalho do psicólogo e do cuidado em saúde me trouxe de volta perguntas que me fizeram buscar a profissão.

Como cuidar do que o outro sente ?

Do sofrimento do outro, dos outros, dos grupos, das relações ?

Como se sente quem faz isso ?

Depois de anos, mais de 15 de profissão, já dá pra dizer: sim, o Psicólogo sente, e o cuidado oferecido em saúde se aplica, se processa através das referências técnicas e conceitos. A gente (psicólogos) precisa disso para operar esse cuidado. E é nesse processo, estruturado por ideias e preceitos que o psicólogo-cuidador se organiza pra ajudar na busca daquilo o que se apresenta na clínica do cuidado emocional.

Por outro lado, justo aquele que não tem razão, criar este espaço tem me colocado em contato com as palavras cuidado emocional de outro jeito.

Ontem, ouvindo o Arnaldo Antunes, fiquei sentido-pensando-buscando entender o que a gente sente ninguém combina…nessa relação de cuidado.

Algumas respostas estão na ponta da língua como:

… é um prazer cuidar do outro e poder ver sua transformação,

outras estão sendo construídas e provavelmente vou compartilhar por aqui.

Bom dia!

 

Como cuidar de populações vulneráveis com poucos recursos?

O link abaixo é de post publicado na Mental Health Innovation Network e que aborda essa questão.Making a difference in ressouce-limited settings foi escrito por pelo psicólogo canadense Sean Kidd.